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China começa a controlar epidemia de peste suína.

Estoque de suínos vivos está se recuperando, após queda desde o fim de 2018, o que ajudou a desacelerar a inflação dos preços dos alimentos no país asiático.
Por: 
Estadão Conteúdo
10/01/2020

A epidemia de peste suína africana (ASF, na sigla em inglês) provocou forte escassez de carne de suína, principal proteína da China. No entanto, a inflação dos preços dos alimentos no país se desacelerou em dezembro pela primeira vez em 10 meses, de acordo com números do governo divulgados na terça-feira.O registro, ainda muito alto, foi de 17%, ante 19% no mês anterior. O provável é que a taxa caia ainda mais, já que o estoque de suínos vivos do País está se recuperando, após queda desde o fim de 2018.A população de suínos reprodutores subiu 2,2% em dezembro, ante o mês anterior, o segundo aumento consecutivo. Isso significa que a inflação global, que ficou estável no mês passado a 4,5%, deve começar a cair, impedindo um aumento dramático nos preços do petróleo.

 

O pior ano dos suínos também está chegando ao fim para a indústria de alimentos da China.

Se o mercado de trabalho permanecer em recuperação, o que parece provável, a menos que haja uma desaceleração mais acentuada da habitação ou uma retomada do comércio, os fornecedores de outros bens e serviços devem se beneficiar.O controle da febre suína também será ótimo para os consumidores chineses e para as empresas que os atendem. No entanto, Pequim ainda tem difíceis questões para responder sobre a segurança alimentar, principalmente porque enfrenta um surto de um novo vírus em Wuhan.